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Histórico

Nossa organização foi formada a partir da criação de um coletivo de advogados populares quando ainda éramos estudantes de Direito e começamos a nos envolver em algumas causas na cidade, a partir do diretório acadêmico da Universidade Católica de Pernambuco: acompanhamento de protestos, defesa do comércio informal e do direito à moradia.

Em 2010, nos envolvemos na luta pelo direito à moradia dos moradores do Casarão da Tamarineira (ocupação onde habitam 21 famílias - cerca de 80 pessoas, incluindo muitos idosos e crianças) e em 2011 atuamos junto aos trabalhadores do comércio informal que estavam sendo retirados abruptamente de suas localidades de trabalho. Já em 2012, acompanhamos os protestos contra o aumento das passagens, que teve forte repressão policial; este mesmo ano, atuamos junto a comunidade do Bom Jesus, que havia sofrido despejo pela Prefeitura do Recife, sem que seu direito ao devido processo legal fosse respeitado, caracterizando grave violação ao Direito à Moradia. Em 2013, atuamos nas jornadas de junho daquele ano e nos envolvemos com a luta por moradia da comunidade do Coque. Em 2014 nos envolvemos com as lutas do Ocupe Estelita, Moscowzinho, Muribeca, Vila Imperial. E em 2015 nos institucionalizamos, o que faciitou nosso processo de consolidação enquanto organização. Desde então nos envolvemos com a luta de outras comunidades (Loreto, Carangueijo Tabaiares, Pilar) e passamos a integrar redes de incidência política junto a outras organizações sociais que lutam pelo Direito à Cidade: a Ramo (Rede de Articulação pela Mobilidade) e a Articulação Recife de Luta, que reúne 34 organizações em torno da luta pela participação popular na revisão do Plano Diretor do Recife.